Exercício Multiarticular: o que é, benefícios e como usar no treino

Quer tornar seu treino mais eficiente, trabalhar vários músculos ao mesmo tempo e evoluir em força e massa muscular? Neste guia, vamos explicar o que é um exercício multiarticular, quais são seus principais benefícios, exemplos para cada grupo muscular e como incluí-lo corretamente na rotina de musculação.

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🏋️‍♀️ Exercício Multiarticular: o que é, benefícios e como usar no treino

Os exercícios multiarticulares estão entre os movimentos mais importantes da musculação e da preparação física. Agachamento, supino, levantamento terra, remadas e desenvolvimento são exemplos clássicos de exercícios capazes de movimentar simultaneamente duas ou mais articulações e recrutar diferentes grupos musculares.

Essa característica permite utilizar os exercícios multiarticulares como base de diferentes programas, desde treinos voltados à hipertrofia e força até condicionamento físico, desempenho esportivo e melhora da capacidade funcional.

Entretanto, chamar um exercício de multiarticular não significa simplesmente dizer que ele “trabalha vários músculos”. Para compreendermos sua importância, precisamos analisar as articulações envolvidas, os músculos recrutados, as diferenças em relação aos exercícios monoarticulares e, principalmente, como utilizar esses movimentos dentro de um programa de treinamento.


🏋️ O que é um exercício multiarticular?

Um exercício multiarticular é aquele em que o movimento envolve de maneira relevante mais de uma articulação.

No agachamento, por exemplo, há movimento principalmente dos quadris, joelhos e tornozelos. No supino, participam articulações como ombros e cotovelos.

Consequentemente, diferentes grupos musculares precisam trabalhar de maneira coordenada para produzir e controlar o movimento.

É justamente essa combinação que caracteriza os chamados exercícios compostos, outra denominação frequentemente utilizada para os movimentos multiarticulares.

Entre os exemplos mais conhecidos encontramos:

Em muitos desses movimentos existe um músculo ou grupo muscular que recebe maior estímulo, mas diversos outros participam como sinergistas e estabilizadores.

No supino reto, por exemplo, o peitoral maior recebe grande participação, porém tríceps e deltoide anterior também contribuem significativamente para a execução.


🔎 Qual a diferença entre exercício multiarticular e monoarticular?

A principal diferença está no número de articulações envolvidas diretamente no movimento.

Nos exercícios multiarticulares, duas ou mais articulações participam da ação. Nos exercícios monoarticulares, o movimento principal ocorre predominantemente em uma única articulação.

Podemos comparar:

Exercício multiarticularExercício monoarticular
AgachamentoCadeira extensora
Supino retoCrucifixo
DesenvolvimentoElevação lateral
RemadaRosca de punho
Barra fixaRosca direta*
Leg pressMesa flexora

*A rosca direta é geralmente classificada como exercício monoarticular quando consideramos a flexão do cotovelo como movimento principal.

Isso não significa que uma categoria seja necessariamente melhor do que a outra.

Na prática, exercícios multiarticulares e monoarticulares podem ser complementares.

Os movimentos compostos são extremamente úteis para construir a estrutura principal do treinamento, enquanto exercícios mais isolados podem ajudar a aumentar o volume direcionado a determinados músculos ou atender necessidades específicas.


💪 Quais são os benefícios dos exercícios multiarticulares?

Os exercícios multiarticulares apresentam características que os tornam particularmente úteis dentro da musculação.

Recrutamento de vários grupos musculares

Como diferentes articulações participam do movimento, diversos músculos precisam trabalhar simultaneamente.

Durante um agachamento, por exemplo, encontramos participação importante de quadríceps, glúteos e adutores, além da atuação de diferentes estruturas responsáveis pela estabilização corporal.

Isso permite estimular uma quantidade considerável de massa muscular dentro de um único exercício.

Possibilidade de utilizar cargas maiores

Movimentos compostos normalmente permitem trabalhar com cargas absolutas superiores às utilizadas em exercícios de isolamento.

Compare, por exemplo, a carga empregada em um supino com aquela utilizada em um crucifixo.

Como vários músculos contribuem para produzir força, o organismo consegue movimentar resistências maiores.

Essa característica pode ser particularmente interessante para programas voltados ao ganho de força.

Eficiência do treinamento

Quando precisamos trabalhar vários grupos musculares dentro de um período limitado, exercícios multiarticulares podem ajudar a tornar a sessão mais eficiente.

Um exercício como a remada trabalha diferentes músculos das costas e também envolve flexores do cotovelo.

Isso não significa que um único exercício substitua todos os demais, mas permite organizar o treino de maneira bastante eficiente.

Desenvolvimento de coordenação entre músculos

Movimentos multiarticulares exigem que diferentes músculos trabalhem de forma coordenada.

Isso favorece o desenvolvimento da chamada coordenação intermuscular, isto é, a capacidade de diferentes grupos musculares colaborarem durante uma tarefa.

Aplicação em diferentes objetivos

Os exercícios compostos podem fazer parte de programas destinados a:

hipertrofia muscular, ganho de força, condicionamento físico, desempenho esportivo e melhora da capacidade funcional.

A seleção e a maneira como são utilizados é que precisam ser adaptadas ao objetivo e às características de cada praticante.


🧬 Exercícios multiarticulares são melhores para hipertrofia?

Os exercícios multiarticulares podem desempenhar um papel muito importante em programas de hipertrofia muscular, mas não precisamos transformar a escolha entre movimentos multiarticulares e monoarticulares em uma competição.

Para aumentar a massa muscular, fatores como volume de treinamento, intensidade do esforço, progressão, amplitude adequada, recuperação e consistência são fundamentais.

Movimentos compostos apresentam a vantagem de estimular diferentes músculos simultaneamente.

Imagine um treino para membros superiores contendo supino, puxada, remada e desenvolvimento. Com poucos exercícios já conseguimos recrutar grande quantidade de musculatura.

Entretanto, isso não significa necessariamente que todos os músculos envolvidos recebam estímulo suficiente para maximizar seu desenvolvimento.

É justamente nesse ponto que exercícios monoarticulares podem complementar o programa.

Depois do supino, por exemplo, podemos adicionar um exercício específico para tríceps ou peitoral conforme o objetivo.

Portanto, em vez de perguntar se devemos utilizar exercícios compostos ou isolados, uma estratégia mais interessante geralmente é compreender como combinar as duas categorias.


🔥 Exercício multiarticular emagrece?

Nenhum exercício isoladamente possui a capacidade de determinar o emagrecimento.

A redução da gordura corporal depende principalmente de um contexto no qual exista déficit energético ao longo do tempo, além de fatores relacionados à alimentação, atividade física, sono e adesão ao planejamento.

Os exercícios multiarticulares, entretanto, podem integrar muito bem um programa voltado ao emagrecimento.

Por envolverem grande quantidade de massa muscular, movimentos compostos podem apresentar uma demanda energética relevante e contribuir para a manutenção ou desenvolvimento da massa muscular durante um programa de redução de gordura.

Além disso, a musculação ajuda a preservar a capacidade física durante o processo.

Assim, exercícios como agachamento, leg press, remada, supino e puxadas podem fazer parte de uma estratégia completa de treinamento para quem busca emagrecer.


🦵 Principais exercícios multiarticulares para pernas

Os membros inferiores oferecem vários exemplos clássicos de movimentos compostos.

Agachamento

O agachamento é provavelmente um dos exercícios multiarticulares mais conhecidos.

O movimento envolve principalmente quadris, joelhos e tornozelos, recrutando músculos como:

  • quadríceps;
  • glúteo máximo;
  • adutores;
  • musculatura estabilizadora do tronco.

Existem diversas variações, incluindo agachamento livre, agachamento frontal, agachamento no Smith e diferentes máquinas.

Leg press

O leg press também envolve principalmente quadril, joelho e tornozelo.

Dependendo da execução, anatomia individual, equipamento e posicionamento dos pés, podemos observar diferenças na participação relativa dos músculos.

É um exercício bastante utilizado para desenvolver principalmente quadríceps e glúteos.

Afundo

O afundo combina movimentos de quadril e joelho e apresenta ainda uma característica interessante: grande parte do esforço pode ser realizada unilateralmente.

Isso torna o exercício útil para trabalhar membros inferiores e desenvolver controle corporal.

Levantamento terra

O levantamento terra recruta uma grande quantidade de musculatura e exige participação coordenada de quadris, joelhos e diferentes estruturas responsáveis pela estabilização do tronco.

É muito utilizado em programas de força, hipertrofia e preparação física.


🏋️‍♀️ Principais exercícios multiarticulares para membros superiores

Os movimentos compostos também são fundamentais nos treinos de membros superiores.

Supino reto

O supino reto envolve principalmente movimentos dos ombros e cotovelos.

Entre os principais músculos recrutados estão:

  • peitoral maior;
  • tríceps braquial;
  • deltoide anterior.

Pode ser executado com barra, halteres ou máquinas.

Remada

As diferentes variações de remada recrutam músculos importantes das costas, além dos flexores do cotovelo.

Entre eles podemos destacar latíssimo do dorso, trapézio, romboides e bíceps, embora a contribuição relativa dependa da variação e da técnica empregada.

Puxada frontal

A puxada frontal é outro exercício composto bastante comum para o treinamento das costas.

Além da participação do latíssimo do dorso, músculos como bíceps e outros flexores do cotovelo auxiliam na realização do movimento.

Barra fixa

A barra fixa pode ser considerada uma alternativa mais desafiadora para muitas pessoas, já que o praticante precisa movimentar grande parte do próprio peso corporal.

É um excelente exemplo de movimento multiarticular de puxada.

Desenvolvimento

O desenvolvimento de ombros combina movimentos das articulações do ombro e cotovelo.

Deltoides e tríceps apresentam participação importante durante o exercício.


📋 Exemplos de exercícios multiarticulares por grupo muscular

Para facilitar a organização, podemos utilizar a seguinte referência:

RegiãoExemplos de exercícios multiarticulares
PeitoralSupino reto, supino inclinado, paralelas
CostasRemada, puxada frontal, barra fixa
OmbrosDesenvolvimento com barra ou halteres
QuadrícepsAgachamento, leg press, afundo
GlúteosAgachamento, afundo, levantamento terra
Posteriores da coxaLevantamento terra romeno e variações
Corpo inteiroLevantamento terra e algumas variações de exercícios funcionais

É importante lembrar que essa classificação indica apenas os músculos que normalmente recebem grande participação. Um exercício composto dificilmente trabalha apenas uma região.


⏱️ Devemos fazer exercícios multiarticulares no início do treino?

Frequentemente, sim.

Exercícios realizados no início da sessão tendem a ser executados quando ainda estamos menos fatigados.

Por isso, quando determinado exercício é prioridade no programa, colocá-lo nas primeiras posições pode ser uma estratégia interessante.

Imagine que nosso principal objetivo seja melhorar o desempenho no agachamento.

Realizar diversas séries de cadeira extensora, leg press e outros exercícios antes de agachar pode gerar fadiga e reduzir nosso desempenho no movimento prioritário.

Nesse cenário, iniciar pelo agachamento tende a fazer sentido.

Entretanto, a ordem dos exercícios não precisa seguir uma regra universal.

Dependendo do objetivo, experiência, limitações, disponibilidade de equipamentos e estratégia de treinamento, um profissional pode deliberadamente alterar essa sequência.


📈 Como progredir nos exercícios multiarticulares?

Progressão não significa simplesmente colocar mais peso na barra todas as semanas.

Podemos evoluir um exercício de diferentes maneiras:

  • aumentar gradualmente a carga;
  • realizar mais repetições com a mesma carga;
  • melhorar a técnica;
  • aumentar a amplitude quando apropriado;
  • aumentar séries;
  • controlar melhor o movimento;
  • aumentar a proximidade da falha quando adequado;
  • melhorar o desempenho mantendo a qualidade das repetições.

Para hipertrofia, por exemplo, podemos estabelecer uma faixa de repetições.

Imagine que realizamos três séries de agachamento entre 8 e 12 repetições.

À medida que conseguimos atingir o limite superior da faixa mantendo técnica e esforço adequados, podemos considerar um pequeno aumento da resistência e reiniciar dentro da faixa estabelecida.

Esse processo ajuda a criar uma sobrecarga progressiva organizada.


⚠️ Exercícios multiarticulares são mais perigosos?

Não devemos considerar um exercício perigoso simplesmente porque ele envolve várias articulações.

O risco depende de diversos fatores, incluindo:

técnica, carga, volume, fadiga, histórico do praticante, progressão, equipamento e contexto individual.

Um agachamento pode ser perfeitamente apropriado para determinada pessoa e inadequado em determinada configuração para outra.

Da mesma maneira, utilizar uma carga muito superior à capacidade atual ou executar um movimento sem controle pode aumentar desnecessariamente o risco.

Por isso, exercícios devem ser selecionados e adaptados conforme as características individuais.

Pessoas com dor, histórico de lesões ou limitações importantes devem procurar avaliação de um profissional de saúde ou profissional de Educação Física, conforme a situação.

+ Carga x Técnica: O Que é Mais Importante Para Ganhar Massa Muscular?


🧠 Exercícios multiarticulares exigem mais técnica?

Alguns movimentos compostos apresentam maior complexidade coordenativa.

Um levantamento terra livre, por exemplo, normalmente exige mais aprendizagem técnica do que uma cadeira extensora.

Isso não significa que iniciantes não possam realizar exercícios multiarticulares.

Pelo contrário.

Podemos selecionar versões compatíveis com a experiência do praticante e evoluir gradualmente.

Um iniciante pode aprender um padrão de agachamento com uma variação mais simples antes de avançar para versões que demandem maior controle.

Complexidade deve acompanhar capacidade.


🎯 Quantos exercícios multiarticulares devemos colocar no treino?

Não existe um número obrigatório.

A quantidade depende de fatores como:

Um treino de membros inferiores, por exemplo, poderia apresentar dois ou três movimentos compostos acompanhados de exercícios mais específicos.

Já em um treino full body, podemos selecionar poucos exercícios multiarticulares capazes de trabalhar grande parte do corpo.

Mais importante do que simplesmente acumular exercícios é administrar corretamente o volume total de treinamento.


🔄 Multiarticular ou isolado: qual devemos escolher?

Na maioria dos programas de musculação, não precisamos escolher exclusivamente um deles.

Podemos pensar nos exercícios multiarticulares como ferramentas extremamente eficientes para estimular vários músculos e nos monoarticulares como ferramentas para direcionar melhor determinados estímulos.

Um treino para peitoral e tríceps poderia combinar:

  1. Supino reto;
  2. Supino inclinado;
  3. Crucifixo;
  4. Extensão de tríceps.

Nesse exemplo, começamos com exercícios compostos e posteriormente adicionamos movimentos mais direcionados.

Para membros inferiores, poderíamos combinar agachamento e leg press com cadeira extensora e mesa flexora.

A melhor combinação depende do objetivo.

+ Exercícios Compostos x Isolados: O Que Gera Mais Hipertrofia?


🏆 Exercícios multiarticulares para iniciantes

Iniciantes podem utilizar movimentos compostos desde que as variações escolhidas sejam adequadas ao nível de experiência.

No começo, devemos priorizar:

aprendizagem técnica, controle do movimento, cargas compatíveis e progressão gradual.

Máquinas multiarticulares também podem ser excelentes ferramentas.

Leg press, remada articulada, chest press e outras máquinas permitem trabalhar diferentes articulações simultaneamente sem necessariamente exigir o mesmo nível de estabilização de determinadas versões com pesos livres.

Conforme desenvolvemos força, coordenação e confiança, outras variações podem ser incorporadas.


🧩 Como montar um treino com exercícios multiarticulares?

Uma forma prática de estruturar um programa é selecionar movimentos que cubram diferentes padrões.

Podemos incluir:

  • um movimento dominante de joelho;
  • um movimento envolvendo extensão de quadril;
  • uma puxada horizontal;
  • uma puxada vertical;
  • um movimento de empurrar horizontal;
  • um movimento de empurrar vertical.

Depois, exercícios acessórios podem complementar músculos ou necessidades específicas.

Isso não significa que todos esses padrões precisem estar presentes em cada sessão.

A distribuição dependerá da frequência semanal e divisão do treinamento.

Em um treino full body realizado três vezes por semana, por exemplo, podemos distribuir diferentes variações desses padrões ao longo das sessões.

Em uma divisão entre membros superiores e inferiores, podemos concentrá-los nos respectivos dias.


❌ Erros comuns nos exercícios multiarticulares

Mesmo exercícios excelentes podem ser mal utilizados.

Entre os erros mais comuns encontramos:

Priorizar carga e abandonar a técnica

Adicionar peso sem conseguir controlar adequadamente o movimento pode prejudicar a qualidade da execução.

+ Como Aumentar a Carga na Academia sem Comprometer a Execução

Copiar a amplitude de outra pessoa

Características anatômicas individuais influenciam a maneira como executamos determinados movimentos.

A amplitude deve ser adequada ao exercício, objetivo e capacidade individual.

Utilizar exercícios demais

Fazer cinco ou seis exercícios compostos extremamente exigentes em uma única sessão nem sempre representa melhor treinamento.

O excesso pode gerar fadiga sem proporcionar benefício proporcional.

Ignorar exercícios isolados

Outro erro é acreditar que exercícios compostos tornam todos os movimentos monoarticulares desnecessários.

Dependendo do objetivo, exercícios específicos podem complementar muito bem o treinamento.

Não registrar a evolução

Sem acompanhar cargas, repetições e séries, fica mais difícil avaliar se realmente estamos progredindo.



📝 Conclusão

O exercício multiarticular é aquele que envolve duas ou mais articulações durante sua execução e, consequentemente, exige a participação coordenada de diferentes grupos musculares.

Agachamento, leg press, levantamento terra, supino, remada, desenvolvimento e barra fixa estão entre os exemplos mais conhecidos.

Esses movimentos podem ser especialmente úteis por permitirem trabalhar vários músculos simultaneamente, utilizar cargas relevantes e organizar programas eficientes para hipertrofia, força e condicionamento.

Isso não significa, porém, que exercícios monoarticulares sejam inferiores ou desnecessários.

Uma programação completa pode combinar movimentos compostos e exercícios de isolamento de acordo com o objetivo, volume de treinamento, experiência e características individuais.

Mais importante do que procurar um único “melhor exercício” é construir um programa no qual seleção dos movimentos, técnica, esforço, volume, progressão e recuperação estejam alinhados.


❓ FAQ — Perguntas frequentes sobre exercício multiarticular

O que é exercício multiarticular?

É um exercício no qual duas ou mais articulações participam de maneira relevante do movimento. Normalmente, isso também resulta no recrutamento de diferentes grupos musculares.

Quais são exemplos de exercícios multiarticulares?

Agachamento, leg press, levantamento terra, supino, remada, puxada frontal, desenvolvimento, barra fixa, afundo e passada são alguns exemplos.

Agachamento é um exercício multiarticular?

Sim. O agachamento envolve principalmente movimentos dos quadris, joelhos e tornozelos, sendo um dos exemplos clássicos de exercício multiarticular para membros inferiores.

Supino é multiarticular?

Sim. O supino envolve movimentos nos ombros e cotovelos e recruta principalmente peitoral maior, tríceps e deltoide anterior.

Exercício multiarticular é melhor para hipertrofia?

Exercícios multiarticulares são excelentes ferramentas para hipertrofia, mas não necessariamente substituem exercícios isolados. A combinação das duas categorias pode ser utilizada para distribuir melhor o estímulo entre os músculos.

Exercício multiarticular ajuda a emagrecer?

Pode fazer parte de um programa para emagrecimento, especialmente por contribuir para o treinamento de força e manutenção da massa muscular. Porém, a redução da gordura corporal depende principalmente do balanço energético ao longo do tempo.

Iniciantes podem fazer exercícios multiarticulares?

Sim. Iniciantes podem realizar exercícios compostos desde que sejam escolhidas variações compatíveis com seu nível técnico, utilizando cargas adequadas e progressão gradual.

Exercícios multiarticulares devem vir primeiro no treino?

Quando são prioridade, geralmente faz sentido realizá-los no início da sessão, quando há menor fadiga. Entretanto, a ordem dos exercícios deve ser definida conforme os objetivos específicos do programa.

Qual a diferença entre exercício composto e multiarticular?

Na musculação, os termos são frequentemente utilizados como sinônimos. Ambos normalmente descrevem exercícios que envolvem mais de uma articulação e diversos músculos trabalhando de maneira coordenada.

É possível montar um treino apenas com exercícios multiarticulares?

É possível, especialmente quando existe pouco tempo disponível. Porém, exercícios monoarticulares podem ser úteis para aumentar o estímulo direcionado a músculos específicos e complementar o programa.

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